Gazeta Regional
Sábado, 27 de Maio de 2017

Camaquã

Força tarefa deve combater o som alto em Camaquã

19/05/2017 - 14:53

Na manhã desta sexta-feira (19) autoridades debateram na Câmara de Vereadores a perturbação do sossego. Que nos últimos meses, se transformou em uma das principais reclamações da comunidade camaqüense.
Atendendo ao convite da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara de Vereadores, participaram da reunião, representantes da Polícia Rodoviária Estadual, Brigada Militar, Polícia Civil, Secretaria do Meio Ambiente, Divisão de Trânsito, Conselho Tutelar e o vice-prefeito Jair Martins.
Entre os assuntos abordados, os principais foram o som alto no local conhecido como Sítio do “MauMau”, RS 350, Bar Corujão, Posto da Bento, proximidades do Macla, entre outros locais.
Os vereadores Ilson Meireles (presidente da comissão), Vinícios Araújo (vice-presidente), Ivana de Paula (secretária), Marco Longaray e Paulinho Bicicletas (presidente do Legislativo) fizeram questionamentos aos convidados.
O vereador Vinícios Araújo apresentou a resposta do Poder Executivo ao seu Pedido de Providências (anexo na foto). O prefeito afirma que já estão sendo tomadas aas devidas providências com relação ao som alto na cidade, bem como o aumento da fiscalização nos bares e boates noturnas.
O prefeito revela que já está em andamento a solicitação de uma força tarefa para atender a legislação ambiental.  O prefeito também encaminhou o relatório dos fiscais ambientais, que aconselham a realização de uma força tarefa composta pela Fiscalização Ambiental, Fiscalização Tributária, Pelotão Ambiental, Brigada Militar, Conselho Tutelar e Ministério Público.
Os fiscais justificam que apuraram que nestas festas tem venda de bebidas e cobrança de entrada, o que caracteriza um comercio que necessita de Alvará de localização e Licenciamento Ambiental. Além disso, os fiscais relatam que foram informados menores freqüentam esses eventos e consomem bebidas alcoólicas. Que estaria ocorrendo venda e consumo de drogas e que já foram vistas pessoas armadas. Diante disso, o setor de fiscalização diz que não possui condições de efetuar a fiscalização sem o apoio de uma força tarefa.
O vereador Vinícios contou que o Delegado Regional de Polícia, Vladimir Urach respondeu que já estão sendo tomadas providencias com o sítio mencionado, e que inclusive, o proprietário já prestou depoimento a polícia e que outras providências serão tomadas.
Os representantes do Executivo, justificaram o não cumprimento da Lei do Psiu por alguns entraves no projeto, um deles é a impossibilidade de coibir ações em propriedades privadas. Porém, se comprometeram em encaminhar sugestões ao projeto Psiu para os vereadores analisarem e ajustarem a Lei.

Foto: Divulgação GR


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